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Presidenciais eslovacas vistas como teste ao primeiro-ministro

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Presidenciais eslovacas vistas como teste ao primeiro-ministro

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A eleição presidencial deste sábado na Eslováquia é vista como um teste ao primeiro-ministro Robert Fico, a um ano das legislativas.

Após uma campanha algo monótona na corrida à chefia de Estado, essencialmente protocolar na democracia parlamentar do antigo país comunista, apenas dois candidatos aspiram ao cargo. A ex-ministra do Trabalho, dos Assuntos Sociais e da Família, Iveta Radicova quer ser a primeira mulher a ocupar a presidência e as últimas sondagens indicam que poderá recolher apoios suficientes para forçar uma segunda volta a 4 de Abril. O favorito é o presidente cessante, Ivan Gasparovic, que conta com o apoio incondicional de duas das três formações da coligação governamental, incluindo o partido do primeiro-ministro. Para muitos analistas, o escrutínio vai permitir avaliar o controlo que Fico exerce sobre os destinos da Eslováquia. O chefe do Governo assumiu o cargo em 2006, trabalhando desde então para dar ao Estado um papel de maior relevo na economia eslovaca. Três anos depois, continua a ser o político mais popular do país, segundo sondagens recentes.