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Presidente checo pede saída rápida para a crise

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Presidente checo pede saída rápida para a crise

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Vaclav Klaus aceitou oficialmente a demissão de Mirek Topolanek da chefia do Governo checo.

O chefe de Estado, um assumido eurocéptico, declarou esta quinta-feira que terá de ser encontrada uma solução “o mais rapidamente possível, baseada num consenso político”. Klaus adiantou que é preciso fazer face à difícil situação económica” e referiu-se também à presidência da União Europeia que, considerou, terá de ser concluída com “um Governo a funcionar em pleno”. Em plena liderança checa da União Europeia, Topolanek não resistiu a uma moção de censura apresentada pela oposição social democrata na câmara baixa do parlamento. O Governo de coligação de centro-direita era composto por conservadores, democratas cristãos e pelos verdes. A crise política que afecta a República Checa está a preocupar a UE, levantando receios sobre mais um bloqueio ao processo de ratificação do Tratado de Lisboa. Praga é o único membro dos 27 cujo parlamento ainda não assinou o tratado. O procedimento está agora dependente da nomeação de um novo executivo, que poderá ser formado por via parlamentar, ou de um Governo escolhido em eleições antecipadas.