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Funcionários da Opel reagem à demissão do presidente da GM

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Funcionários da Opel reagem à demissão do presidente da GM

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Na Europa, os trabalhadores da Opel seguem com a atenção a situação da casa-mãe General Motors. O construtor americano pondera despedir 11 mil pessoas na Bélgica e Alemanha.

Os funcionários temem pelo seu futuro, mas congratulam-se com a demissão do patrão da GM. Um funcionário alemão explica que já deveria ter acontecido há mais tempo. A General Motors pediu mais de três mil milhões de euros ao governo alemão. Berlim está pronta a ajudar, mas não quer que o dinheiro termine nos cofres da General Motors. O construtor americano tem 60 dias para apresentar um plano de salvamento. Um prazo que, Karl-Theodor zu Guttenberg, ministro alemão da Economia, pretende aproveitar para encontrar uma solução. Mas Berlim não está pronta a tudo para salvar a Opel, que emprega 26 mil funcionários na Alemanha, e ninguém mostrou interesse pela marca desde que foram reveladas as suas dificuldades financeiras.