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Obama e Brown: o consenso possível

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Obama e Brown: o consenso possível

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Barack Obama está deste ontem em Londres onde vai decorrer a cimeira do G20.

Este é o início de uma visita, a primeira do Presidente dos Estados Unidos ao velho continente, que é vista por alguns analistas como um teste à presidência norte-americana. Esta manhã Obama encontrou-se com Gordon Brown, depois do encontro o presidente dos Estados Unidos e o Primeiro-ministro britânico deram uma conferência de imprensa conjunta. Gordon Brown explicou que as negociações que se seguem vão ser difíceis, mas que sabe que, depois das conversações que manteve durante a semana e da conversa que teve com Obama esta quarta-feira, o mundo quer estar unido. Brown acrescentou que se os dois países trabalharem juntos podem ajudar ao consenso, não apenas no papel mas na prática, de forma a ajudar os que estão preocupados com os seus empregos e com os orçamentos familiares. A expectativa em relação à visita de Obama é grande. Principalmente tendo em consideração as divergências que existem entre os europeus, excepção feita aos britânicos que estão próximos dos Estados Unidos, e os americanos. Na conferência conjunta Obama afirmou que é preciso coordenar as acções a nível global e pôr de lado as diferenças, assim será possível fazer enormes progressos. Obama acredita que se caminha para uma proposta comum, porque as condições necessárias ao crescimento e à continuação das reformas necessárias a estabilizar o sistema financeiro serão criadas no futuro. Obama acrescentou que é preciso rejeitar o proteccionismo, acelerar o apoio aos mercados emergentes e criar estruturas que possam sustentar a cooperação entre países nos próximos meses. Depois da cimeira do G20 Obama vai participar noutros encontros de grande importância em Estrasburgo, em Praga, e na Turquia.