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A luta contra a prostituição forçada deve entrar na campanha eleitoral

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A luta contra a prostituição forçada deve entrar na campanha eleitoral

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Em época de campanha eleitoral, a Fundação Scelles alerta para a situação das prostitutas forçadas, na Europa. Estima-se que cerca de 300 mil mulheres estejam nesta situação – sobretudo na Europa do Leste.

Este organismo pede aos candidatos a eurodeputados que integrem o tema na campanha e defendam uma estratégia europeia de luta contra as redes que obrigam as mulheres a prostituir-se. As associações de luta contra o tráfico de seres humanos e a prostituição alertam para os mecanismos de recrutamento usados pelas redes de traficantes, que são cada vez mais sofisticados. A Fundação Scelles, em conjunto com outras associações, exigem a aplicação dos textos internacionais já ratificados e propõe a criação de um observatório europeu. Objectivo: determinar a extensão objectiva do fenómeno, mas também avaliar as políticas dos Estados membros na matéria. Pedem igualmente a criação de um plano de acção de cinco anos, que obrigue os Estados membros a adoptar políticas adequadas aos valores europeus, e defendem o desenvolvimento de campanhas de informação e de medidas de dissuasão da procura, por forma a responsabilizar os clientes.