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Tbilissi de novo sob tensão

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Tbilissi de novo sob tensão

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A contestaçao aumenta nas ruas de Tbilissi para exigirem a demissão do presidente da república, Mikhail Saakashvil.

O início dos protestos contra o chefe de estado remonta a Novembro de 2007 e apenas foram interrompidos pelo conflito que opôs o país à Rússia, em Agosto de 2008. O dirigente georgiano aceitou desde então convocar eleições presidenciais que ganhou na primeira volta apesar das acusações de fraude. Um georgiano defende que “a única forma de sair desta crise é a negociação, esta forma de oposição não é a melhor. Eles pedem a demissão do presidente mas não propõe nada”. “A Georgia encontra-se numa crise política e as pessoas querem a demissão do presidente porque todo o governo é incompetente visto a degradação social e económica, avisa outro. A oposição garante que este é “o início de uma campanha” pela demissão do chefe de Estado, que acusam de autoritarismo e de erros crassos na guerra de Agosto passado com a Rússia. Reforçado nos últimos seis meses com uma série de ex-aliados de força de Saakachvili, o movimento de contestação ao presidente promete não deixar as ruas da capital nem a pressão popular no exterior do edifício do Parlamento até que o Presidente abandone o poder.