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Castro afirma que não quer "esmola" mas o fim do embargo a Cuba

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Castro afirma que não quer "esmola" mas o fim do embargo a Cuba

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Não queremos “esmola” mas o fim do embargo a Cuba.

É a reação de Fidel Castro à decisão da Casa Branca de levantar as restrições às viagens e negócios entre a ilha e os Estados Unidos. O líder histórico sublinha que não responsabiliza Barack Obama pelas decisões das anteriores administrações mas exige a eliminação do bloqueio que data de 1962. Um cidadão cubano afirma que é preciso desenvolver os laços entre as duas partes: “Cinquenta anos de embargo, com tantos problemas e confusões e no fim não deu em nada. Há muita gente com família aqui e do outro lado. Mas no final o que conta é a união e desenvolver as relações com o exterior”. A decisão da administração Obama afecta mais de um milhão e meio de cubanos que vivem nos Estados Unidos. Um porta-voz da Casa Branca explicou algumas das medidas: “Queremos aumentar o fluxo de informação entre os cubanos e entre os cubanos e o mundo exterior e uma das formas de o fazer com base na legislação norte-americana é autorizar as empresas de telecomunicações dos Estados Unidos a fornecer serviços à ilha”. O anúncio da Casa Branca foi bem recebido pelas empresas que têm negócios com Cuba. As acções do grupo canadiano Sherrit International subiram 25%.