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Chavez centra as atenções antes do início da Cimeira das Américas

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Chavez centra as atenções antes do início da Cimeira das Américas

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A poucas horas do início da V cimeira das Américas, o arquipélago de Trindade e Tobago é uma fortaleza. Forças americanas, brasileiras e jamaicanas patrulham as duas ilhas. A organização procura evitar as manifestações anti-americanas como as que obrigaram Bush a abandonar a última cimeira na Argentina.

Barack Obama é um dos 34 líderes esperados no Porto de Espanha. Washington desejava que o encontro virasse uma página nas relações com a América Latina. Na mesa estarão temas como energia, segurança e luta contra a crise económica, mas a Venezuela acaba por dominar as atenções, introduzindo a questão de Cuba, que voltou a não ser convidada. Ontem, o presidente venezuelano juntou os aliados de esquerda para afinar posições. No encontro em Cumaná, mais uma vez, Hugo Chavez liderou as críticas aos Estados Unidos e disse que não vai assinar a declaração final da Cimeira das Américas. O presidente venezuelano questionou o grau de democracia nos Estados Unidos, perguntou quem é que tem o termómetro para medir o nível de democracia de um país e acabou por dizer que há mais democracia em Cuba do que nos Estados Unidos. Na reunião, os presidentes da maioria dos países da Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA)e o Equador criaram uma moeda única, o Sucre, Sistema único de compensação regional.