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As cadeiras vazias na conferência da ONU sobre o racismo

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As cadeiras vazias na conferência da ONU sobre o racismo

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Ban Ki-Moon deplorou as declarações de Ahmadinejad contra Israel.

Antes, o secretário-geral das Nações Unidas lamentou “profundamente” o boicote de vários países importantes à Conferência Mundial sobre o racismo. A presença do presidente iraniano e o receio de que a conferência se transforma-se num fórum anti-Israel, levaram o estado hebreu, mas também o Canadá, a Alemanha, a Holanda, os Estados Unidos e a Itália, entre outros países, a estarem ausentes da reunião em Genebra. Ban-Ki-Moon criticou o boicote: “Algumas nações que deviam estar a colaborar na construção de um caminho para um futuro melhor, não estão aqui. Fora destas paredes, grupos de interesse de diferentes correntes políticas discutem amargamente uns com os outros. Também esses deviam estar aqui a conversar”. A conferência surge 8 anos depois da reunião de Durban dedicada ao mesmo tema. Já na altura, na África do Sul, Israel foi acusado pelo Irão de ser um “estado racista”.