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Europa em busca de novas rotas energéticas

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Europa em busca de novas rotas energéticas

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A Europa procura novas rotas para o gás. A Bulgária, um dos países mais atingidos pela crise russo-ucraniana de Janeiro, reuniu, em Praga, 28 países Na agenda do encontro, os meios de diversificação e as formas de melhorar o fornecimento de gás à Europa.

Mas a energia, recorda Durão Barroso, é um assunto que diz respeito a todos: “Falamos muito da dependência energética da União face à importação. Mas a realidade é que todos nós, países consumidores, produtores e de transporte, estamos cada vez mais dependentes uns dos outros. A segurança do aprovisionamento é importante para nós. Mas outros países procuram a segurança da procura. Estamos, realmente, na época da interdependência energética.” Para diversificar as fontes, dois projectos estão na forja: o gasoduto Nabuco, do Mar Cáspio à Áustria, através pela Turquia, sem passar pela Rússia. Um projecto apoiado pelos Estados Unidos e pela União; e o South Stream, que atravessa o Mar Negro, e é apoiado pela Rússia, que fornece um quarto do gás da Europa. Em Praga, a Turquia reafirmou o seu interesse em avançar rapidamente com o Nabuco. Mas o projecto, tal como o South Stream, tem no financiamento o principal obstáculo. Ambos os gasodutos deviam entrar em funcionamento em 2013. Entretanto, os europeus prevêem melhorar as interligações das redes já existentes. Solução mais rápida e mais barata.