Última hora

Última hora

Mercados resistem à gripe suína

Em leitura:

Mercados resistem à gripe suína

Tamanho do texto Aa Aa

As bolsas europeias estiveram, segunda-feira, sob o signo da gripe suína. Depois do alarme da abertura, as cotações estabilizaram-se e a maioria dos índices fechou em alta, com excepção para Madrid e Lisboa.

Muitos sectores são directa ou indirectamente afectados pela epidemia. É o caso do transporte aéreo. Na bolsa de Frankfurt, um dos papéis com maior queda foi o da Lufthansa. A gripe suína espalhou-se rapidamente por países emergentes, por isso os homens de negócios preferem não viajar enquanto houver um risco, mesmo que mínimo, de exposição à doença e isso está a fazer caír a cotação da Lufthansa. Já os títulos do sector farmacêutoco estiveram a beneficiar. É o caso da suíça Roche, fabricante do Tamiflu, que subiu 3,4% em Zurique. O grupo quer acelerar a produção deste antigripal, que é recomendado pla Organização Mundial de Saúde na luta contra novos vírus e já tinha sido muito falado durante o surto de gripe aviária. O grupo farmacêutico suíço pôs à disposição da OMS cinco milhões de doses deste medicamento, para lutar contra uma eventual pandemia. As notícias sobre a epidemia estão também a pesar sobre os preços do petróleo. A cotação do barril caíu para valores abaixo dos 50 dólares, tanto em Londres como em Nova Iorque. Já no mercado cambial não está a haver grandes mudanças.. O euro está pouco acima de um 1,31 USD.