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Fiat reúne-se com governo alemão

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Fiat reúne-se com governo alemão

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A Fiat deseja erguer um novo gigante mundial da construção automóvel e esse caminho passa por uma aliança com a OPEL, a filial europeia da falida General Motors.

Sergio Marchione, presidente da construtora de Turim, inicia esta segunda-feira em Berlim, uma série de reuniões com o governo alemão para apresentar o plano. Marchionne referiu que a aliança entre a Fiat e a Opel representaria uma poupança de mil milhões de euros anuais e o volume de negócios ascenderia aos 80 mil milhões de euros. Mas os sindicatos estão atentos. Diz um sindicalista da IG Metall que estão a pensar exigir condições mínimas como volumes de produção determinados para cada fábrica e a manutenção de unidades fabris e empregos. De acordo com o Finantial Times, a criação do 5º maior construtor mundial abriria portas ao despedimento de 9 mil trabalhadores. A Chrysler também participaria no casamento já que a Fiat adquiriu, na quinta-feira, 20 % das acções da construtora, também em apuros financeiros. Várias fontes avançam que os italianos pretendem oferecer 750 milhões de euros para garantir o controlo da Opel. Uma oferta inferior à apresentada pela empresa canadiana de equipamento automóvel, Magna, que pretende 50 por cento do capital social da Opel por cinco mil milhões de Euros.