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OMS descarta risco de epidemia na Europa com o mesmo nível que no México

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OMS descarta risco de epidemia na Europa com o mesmo nível que no México

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A Europa não corre, para já, o risco de uma epidemia de gripe A do mesmo nível que no México e nos Estados Unidos. A conclusão é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que segue de perto a situação em Espanha e no Reino Unido, os países europeus mais afectados.

A organização reviu em alta o número de casos no mundo. São mais de 1400 em 21 países. Há 30 mortos confirmados. No México, as autoridades consideram que o pico de gripe já passou e fazem contas. A epidemia vai custar 1,7 mil milhões de euros à economia do país. Alguns sectores públicos e privados vão reabrir as portas, mas cinemas, bares, teatros, restaurantes e escolas vão continuar fechados pelo menos até dia 11. Face aos custos financeiros, o presidente Felipe Calderon anunciou ter dado ordem ao governo para criar medidas para minimizar o impacto na economia. Calderon destacou a promoção da imagem do país para que os turistas de todo o mundo visitem o México, mas tal passa também pela redução temporária das taxas para os barcos de cruzeiro. Até agora, registaram-se mortos apenas no México e nos Estados Unidos, mas a vida regressa à normalidade. Por exemplo, uma escola nova-iorquina reabriu as portas após vários dias de encerramento. No local foram dectados dezenas de casos de contaminação. A gripe A acaba por criar diferendos diplomáticos. O México vai repatriar 70 cidadãos presentes na China, colocados em quarentena sem sintomas da gripe. México acusa Pequim de discriminação. Estados Unidos e Canadá enfrentam o mesmo problema.