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Guardas prisionais franceses não desistem da luta contra o Governo

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Guardas prisionais franceses não desistem da luta contra o Governo

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Os guardas prisionais franceses protestam contra as condições de trabalho pelo terceiro dia consecutivo.

A falta de pessoal e a sobrelotação das prisões são algumas das queixas que levaram os contestatários a bloquear os acessos a cerca de 120 estabelecimentos prisionais em todo o país, impedindo as transferências de reclusos. A única forma de protesto possível uma vez que, em França, os guardas prisionais não podem recusar-se a trabalhar. “Apesar da situação crítica nas nossas prisões, a ministra da Justiça não anunciou pessoal extra. De momento, os meus colegas não estão satisfeitos com as propostas feitas ontem por Rachida Dati. Por isso, por hoje, continuamos os protestos”, declarou o líder sindical David Cologine. As acções de protesto já resultaram em confrontos entre guardas prisionais e a polícia de intervenção. A situação nas penitenciárias francesas, descritas como locais sujos e sobrelotados, tem sido repetidamente denunciada por grupos defensores dos direitos humanos.