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Guardas prisionais franceses não cedem às propostas do Governo

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Guardas prisionais franceses não cedem às propostas do Governo

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Os guardas prisionais mantém o bloqueio junto dos portõe das penitenciárias francesas, apesar da proposta do Governo de criar 174 postos de trabalho extra.

Dois dos sindicatos de vigilantes prisionais tinham pedido aos manifestantes a suspensão dos protestos, após negociações como o ministério da Justiça a noite passada. Mas a CGT, um terceiro sindicato, abandonou a mesa das conversações por considerar insuficientes as medidas propostas pelos responsáveis ministeriais. Os representantes dos trabalhadores penitenciários consideram dramáticas as condições nas 194 prisões que funcionam em França. As organizações defensoras dos direitos humanos também classificaram os estabelecimentos prisionais franceses locais sobrelotados e sem condições de higiene, por isso propícios à propagação de doenças. Segundo um relatório recentemente divulgado, as prisões do país são palco frequente de suicídios, registados tanto na população de detidos como de guardas.