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Sindicatos dos guardas prisionais franceses debatem fim dos protestos

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Sindicatos dos guardas prisionais franceses debatem fim dos protestos

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Apesar de alguns progressos, mantém-se o braço-de- ferro entre os vigilantes penitenciários franceses e o Governo.

Dois dos três sindicatos dos guardas prisionais anunciaram a obtenção de avanços importantes nas negociações com o ministério da Justiça a noite passada. Na calha está um projecto de acordo que prevê a criação de quase 200 novos postos para guardas nas prisões. No entanto, antes do termo da reunião, a CGT abandonou a mesa das conversações. O eventual fim da contestação deverá ser votado ao longo do dia de hoje em cada penitenciária. Os protestos começaram na segunda-feira com grupos de manifestantes a bloquear os acessos a centenas de estabelecimentos prisionais em todo o país. Os guardas prisionais denunciam as condições de trabalho e exigem um reforço de efectivos nas sobrelotadas prisões francesas. As mortes e os suicídios de guardas e detidos são incidentes frequentes nas prisões de França, que também são apontadas por organizações defensoras dos direitos humanos como locais sem condições.