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Mais de 100 mil fecham em Berlim e Praga três dias de manifestações europeias

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Mais de 100 mil fecham em Berlim e Praga três dias de manifestações europeias

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Berlim e Praga encerraram três dias de acção social europeia contra a crise e a favor do emprego. Na capital checa saíram à rua 20 mil trabalhadores e sindicalistas de doze países, enquanto a manifestação alemã reuniu ontem perto de 100 mil pessoas, segundo os organizadores.

A Alemanha enfrenta – tal como vários outros países europeus – a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial e um desemprego crescente. O líder do sindicato da função pública Verdi diz que “os trabalhadores de toda a Europa têm os mesmos problemas. Querem ter o direito a salários equivalentes para o mesmo trabalho, no mesmo local. Querem, por exemplo, evitar que os salários polacos compitam directamente com os alemães às custas dos trabalhadores. E também querem lutar pelo direito de fazer greve”. Na sexta-feira, 40 mil manifestantes pediram em Bruxelas mais protecção para o emprego, acusando os governos europeus de injectarem demasiado dinheiro para resgatar bancos responsáveis pela crise financeira. O desemprego na Zona Euro atingiu os 8,9 por cento em Abril. Os protestos convocados pela Confederação Europeia de Sindicatos tiveram início na quinta-feira com uma grande manifestação em Madrid, que teve eco na capital romena, Bucareste.