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Crise do lixo em Palermo

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Crise do lixo em Palermo

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Os trabalhadores da limpeza urbana da capital siciliana estão em greve há uma semana.

Nas ruas, as montanhas de dejectos chegam aos dois metros de altura. Os bombeiros registaram duzentos fogos. Os funcionários da limpeza exigem melhores condições de trabalho e recusam-se a fazer horas extraordinárias já que a empresa encarregue da recolha do lixo tem um buraco financeiro de 150 milhões euros. Ontem à noite, o conselho municipal chumbou uma proposta da câmara que pretendia aumentar as taxas de saneamento em 30% para financiar a empresa de limpeza urbana. Com as temperaturas a rondarem os 25°C, a população teme que a situação sanitária se agrave à semelhança do que se passou, no ano passado, em Nápoles.