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Resgate da Opel divide governo de Berlim

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Resgate da Opel divide governo de Berlim

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As condições do plano de resgate da Opel abriram divisões no seio da grande coligação alemã a menos de quatro meses das legislativas.

Berlim aprovou no sábado a compra do fabricante automóvel alemão pela canadiana Magna, ignorando a preferência do ministro da Economia por uma falência controlada. O responsável das Finanças germânicas ofereceu em resposta a demissão, numa resistência “solitária” que foi saudada por uma parte da CDU-CSU de Angela Merkel. Preocupada com a eventual perda de dezenas de milhares de empregos a poucos meses de eleições, a chanceler alemã defendeu que a insolvência da Opel não era uma opção. A líder cristã-democrata conta com o apoio dos social-democratas do SPD, que partilham o poder com a CDU-CSU na grande coligação. O acordo que desvincula a Opel da casa-mãe ameaçada de falência, a General Motors, prevê um apoio estatal valorizado em 4500 milhões de euros.