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Dor afecta famílias de mais de 30 nacionalidades

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Dor afecta famílias de mais de 30 nacionalidades

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Caminham a passos largos para fugir às câmaras de televisão. A tragédia do Airbus A330 atingiu dezenas de famílias de mais de 30 nacionalidades.

Nos arredores do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, um hotel foi transformado num centro de apoio psicológico. O mesmo acontece no Rio de Janeiro onde o governo decretou três dias de luto. A Air France, ainda, não conseguiu explicar o que terá acontecido durante o voo que fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris. Alguns peritos colocam a hipótese de um incêndio a bordo. Para esta quarta-feira, está prevista uma cerimónia religiosa ecuménica na Catedral de Notre Dâme em Paris para amigos, familiares e funcionários da Air France. Lidar com a perda é para já o mais difícil. A mãe de uma das vítimas do Airbus A330 diz ter tentado contactar ontem os Ministério dos Negócios Estrangeiros, sem sucesso. O pai crítica o facto da lista com o nome dos passageiros, apenas, ter sido fornecida esta manhã, depois do Ministério dos Negócios Estrangeiros ter encaminhado o processo para a Air France. Uma experiência que confessa não ter sido fácil. O Parlamento francês cumpriu, hoje, um minuto de silêncio.