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Aparelhos não-tripulados brilham em Paris

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Aparelhos não-tripulados brilham em Paris

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Os aparelhos voadores não-tripulados andam no ar há várias décadas. Já no tempo da II Guerra Mundial eram utilizados, mas agora estão a ter uma nova vida.

Este tipo de aparelho está a ter uma grande procura, não só para fins militares, como também civis. O modelo fabricado pela Schiebel foi um dos apresentados no salão aeronáutico de Paris. “Os clientes incluem aplicações de segurança, para fins civis e industriais, como é o caso da segurança dos oleodutos, e os governos, as autoridades militares, que os usam, por exemplo, na segurança das fronteiras e outras missões gerais de vigilância e reconhecimento”, explica o presidente da companhia, Andreas Schiebel. Foi a primeira vez que foram organizados espectáculos de voo destes aparelhos, no salão aéreo parisiense. Também o consórcio europeu EADS apresenta aqui um modelo. O presidente da filial de defesa do grupo, Stefan Zoller, explica o impacto da crise: “Por um lado temos a crise, mas por outro há um investimento na defesa que é feito a longo prazo. Há ciclos de produção que são muito longos, por exemplo para os caças. Por isso, a crise não tem impacto nesses ciclos”. O mercado dos aparelhos não-tripulados, conhecidos como UAV, iniciais de Unmanned Aerial Vehicles, está a crescer e a contrariar a crise. O papel que estas máquinas tiveram nas guerras do Iraque e do Afeganistão ajuda a fazer publicidade.