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A água continua a fustigar a Europa Central

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A água continua a fustigar a Europa Central

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As chuvas intensas dos últimos dias mataram pelo menos nove pessoas na República Checa, mas o perigo não está afastado. Esperam-se mais tormentas. As margens do Danúbio alargaram-se em quase toda a extensão do rio, percorrendo vários países e, em alguns casos, arrastando carros e pessoas pelo caminho. Um porta-voz da polícia checa indicou que apenas com a luz do dia foram iniciadas as buscas pelos desaparecidos, já que ainda há várias pessoas em parte incerta. A Áustria não teve melhor sorte. Chuvas e rajadas obrigaram o governo a decretar o alerta máximo para tempestades. Stephen Pernkopf, ministro austríaco do Ambiente, indicou que não se pode, para já, decretar áreas fora de perigo porque se espera a continuação do mau tempo. E porque o caudal do Danúbio continua a subir. Na capital, Viena, também as obras de arte merecem toda a atenção. Brechas na cave do Museu Albertina despoletaram o alarme. O museu é conhecido pela colecção de quadros impressionistas que alberga. Para o director do museu estas medidas, de prevenção, são muito abrangentes para o caso do mau tempo continuar.

A Hungria também chora os danos. O rio Raba atingiu um caudal nunca visto desde 1965, criando um novo recorde.