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Avalanche de homenagens ao "rei da Pop"

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Avalanche de homenagens ao "rei da Pop"

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Dos Estados Unidos, à Europa ou à Ásia, multiplicam-se as reacções e as homenagens ao “rei da Pop”. Mas não de qualquer forma, musical acima de tudo…

Em Los Angeles, cidade onde vivia, há homenagens um pouco por todo o lado. Uma admiradora diz: “O que é que fez por mim? Deu-me esperança. Fez-me sentir orgulhosa. Fez-me sentir que havia esperança para a humanidade. Ensinou-nos a amar e não a odiar. Era um símbolo que tentou unir o mundo. Via-o como o embaixador do Mundo”. Reacção sentida também em Londres, onde Michael Jackson deveria concretizar o regresso aos palcos, a partir de 13 de Julho, com 50 concertos. Os 750 mil mil bilhetes há muito que estavam esgotados. Um londrino diz ter visto desaparecer um amigo e a sua infância, depois de ter crescido a ouvi-lo. Agora aquela parte da sua vida desapareceu. “É perturbador e repentino”, afirma. Tal como no resto do Mundo, os álbuns de Michael Jackson venderam milhares de cópias na China e a venda de “Thriller” coincidiu com a política de abertura do regime. Um admirador afirma: “A música vanguardista de Michael Jackson teve um enorme impacto na China, sobretudo, quando iniciavamos a abertura ao ocidente. O ritmo e a dança eram frescos e diferentes, por isso, é que o seu trabalho é tão simbólico”. Em 45 anos de carreira, Michael Jackson vendeu mais de 750 milhões de discos e a morte reanimou o gosto pelas suas músicas.