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Debate sobre a segurança alimentar ganha força

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Debate sobre a segurança alimentar ganha força

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A discussão em torno da segurança alimentar ganhou terreno an l´Aquila com a entrada dos países emergentes na dicussão. O Brasil sublinhou a questão e colocou-a ao lado do aquecimento global e da crise económica mundial. Os países africanos pedem apoio e reclamam promessas não cumpridas.

Ban Ki-Moon, secretário-geral das Nações Unidas, volta a dizer que os pequenos agricultores têm de receber ajudas, na forma de sementes e fertilizantes ou pesticidas, tudo o que vai fazer com que a produção agrícola aumente.” A União Europeia fez da questão um cavalo de batalha, o G8 reconhece que é imperativo garantir essa segurança. Mas Kumi Naidoo, da organização não-governamental que luta contra a pobreza – Global Call to Action Against Poverty – considera que a questão da segurança alimentar não pode ser debatida sem que se tenha em consideração o comércio global. E o facto de as negociações no seio da Organização Mundial do Comércio estarem bloqueadas e de, por exemplo, a Europa subsidiar cada vaca com dois euros por dia havendo pessoas a viver com menos, ambas são situações que desvirtuam o comércio…” Para ajudar a desenvolver os sectores alimentares dos países mais pobres, os mais ricos do G8 pretendem desbloquear verbas na ordem dos milhar de milhões por ano.