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Optimismo prudente na cimeira do G8 sobre o fim da crise económica

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Optimismo prudente na cimeira do G8 sobre o fim da crise económica

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G8 divisa “sinais de estabilização”, nomeadamente “uma retoma dos mercados bolsistas”, mas ressalva que “os efeitos da crise económica sobre os mercados de trabalho podem pôr em causa a estabilidade social”.

Várias divergências emergiram também a respeito das medidas a serem tomadas para a recuperação da economia global. A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu que os Estados Unidos, Canadá, Japão, França, Almanha, Reino Unido, Itália e Rússia deverão começar a ponderar pôr em prática estratégias de saída. Até sexta-feira devem ser debatidos ainda pontos importantes, como a reforma do sistema financeiro, com a Itália a propor a implementação de uma série de regras comuns no sector, bem como o desbloqueio do ciclo de Doha sobre a liberalização do comércio mundial. A crise que surgiu no Irão após a polémica reeleição do presidente Mahmud Ahmadinejad foi ontem debatida. Sobre este dossiê o presidente francês deu garantias de que manterá a opoinião pública informada sobre a evolução do diálogo com Teerão. A França é um dos paises que mais tem defendido o endurecimento de sanções ao Irão. Os oito países mais industrializados do mundo estão preocupados com a utilização que o Irão está a dar à energia nuclear.