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Fim da cimeira do G8 sob o signo da unidade

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Fim da cimeira do G8 sob o signo da unidade

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Uma última imagem dos líderes juntos em Itália.

A cimeira do G8 acabou esta sexta-feira depois de três dias de reuniões e sessões de trabalho intensivas. Quase 40 chefes de Estado e de Governo e representantes de organizações internacionais discutiram os temas mais quentes do momento. O presidente norte-americano estreou-se no evento e marcou pontos por encabeçar o relançamento da ajuda a África. Barak Obama, no discurso de encerramento da cimeira, pediu aos estados abertura de espírito para que as grandes questões sejam resolvidas em conjunto: “Podemos moldar o futuro ou deixar os eventos modá-lo à força. Podemos permitir que desentendimentos do passado dividam ou reconhecer os nossos interesses e aspirações comuns e trabalhar juntos para criar um mais próspero, limpo e seguro mundo para as gerações futuras. Estes últimos dias deixaram claro qual o caminho a seguir.” Esse caminho parece agradar a Silvio Berlusconi que afirmou, no momento em que deu os trabalhos da cimeira como encerrados, que “o G14 será o grupo que no futuro terá mais possibilidades de tomar as decisões mais importantes no que toca à economia mundial.” Antes de se retirarem de l´Aquila, cidade italiana há três meses devastada por um forte abalo telúrico, os líderes mundiais foram convidados a prestar homenagem às quase 300 vítimas mortais. A região de Abruzzo, onde o sismo se registou, ainda não se refez do susto. mais de 60 mil pessoas estão sem casa e mais de 20 mil vivem em tendas.