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Funcionário da Cruz Vermelha está a recuperar no hospital depois de ser libertado nas Filipinas


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Funcionário da Cruz Vermelha está a recuperar no hospital depois de ser libertado nas Filipinas

O funcionário italiano da Cruz Vermelha libertado este sábado nas Filipinas está a recuperar num hospital de Jolo.

Eugenio Vagni passou seis meses na selva, nas mãos do grupo extremista Abu Sayyaf. Vagni sofre de uma hérnia e esteve várias vezes doente durante o cativeiro, recebendo medicamentos enviados pelo governador da província filipina de Sahidulla, que negociou durante os últimos meses com os rebeldes islamitas. O italiano de 62 anos tinha sido raptado em Janeiro com dois companheiros, uma filipina e um suiço, libertados em Abril. A porta-voz da delegação da Cruz Vermelha Internacional em Manila sublinhou que “foi o último a ser libertado dos três colegas sequestrados a 15 de Janeiro” na ilha de Jolo, no Sul das Filipinas, e mostrou-se “bastante contente pelo facto de Vagni se poder reunir em breve com a família, que viveu um doloroso pesadelo durante perto de seis meses”. A Cruz Vermelha especificou que não foi pago nenhum resgate aos rebeldes. O grupo Abu Sayyaf é acusado de ligações à Al-Qaeda e é especialista no rapto de estrangeiros e cristãos para obter resgates.

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