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Nabucco fundamental para a independência energética da Europa

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Nabucco fundamental para a independência energética da Europa

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Com 3.300 quilómetros de comprimento, dois terços dos quais em território turco, o Nabuco vai também constituir uma fonte de receita para os cinco países de trânsito. A Alemanha participa igualmente neste projecto orçado em 7,9 mil milhões de euros e que foi iniciado há sete anos. Quando estiver concluído, em 2014, o Nabuco pode fornecer anualmente à Europa 31 mil milhões de metros cúbicos de gás e suprir cinco por cento das necessidades dos 27. No papel encontra-se outro projecto concorrente, o South Stream, com a chancela de Moscovo e de Roma.

Uma das grandes interrogações, actualmente, prende-se com o fornecimento de gás. O Turquemenistão declarou na última sexta-feira que está disposto a bombear gás para o Nabuco. Outros potenciais fornecedores são o Egipto, o Iraque, o Irão e o Azerbaijão – até à data o país que mais fortemente se comprometeu mas que sozinho é incapaz de alimentar o débito do gasoduto. As portas estão abertas à Rússia para que participe no projecto se o desejar. A segurança da infra-estrutura é outro dos problemas a solucionar. Para finalizar está ainda o financiamento do projecto.