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Vacinas são a única esperança contra o H1N1

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Vacinas são a única esperança contra o H1N1

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A gripe A está imparável e a Organização Mundial de Saúde (OMS) não tem dúvidas de que o mundo inteiro vai precisar de vacinas.

A OMS não avança com directrizes sobre a estratégia de combate à pendemina, defendendo que cada país deve adaptar-se às suas necessidades específicas, mas uma coisa é certa, a prioridade em termos de vacinação tem que ser para o pessoal médico e de saúde. A responsável da organização pelo serviço de investigação sobre as vacinas foi muito clara: “Os países por si próprios devem tomar as decisões mais adaptadas a cada situação, mas em termos indicativos, os peritos recomendam a imunização em prioridade do pessoal dos serviços de saúde, para ter um sistema que funcione no combate ao vírus”. As primeiras vacinas devem chegar ao mercado no princípio do Outono, altura em que se espera a propagação massiva do vírus no hemisfério norte. As autoridades sanitárias lembram, no entanto, a importância da vacinação contra a gripe sazonal. O H1N1 é um verdadeiro quebra-cabeças para a comunidade científica porque combina elementos da gripe humana, suína e das aves e apresenta analogias com o que matou milhares de pessoas em 1918, numa pandemia que ficou conhecida como a gripe espanhola.