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Militares israelita garantem: "A ordem era matar"

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Militares israelita garantem: "A ordem era matar"

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Soldados israelitas quebram o silêncio denunciam, num relatório, abusos contra civis durante ofensiva em Gaza.

Um grupo de soldados israelitas, que participou na ofensiva na Faixa de Gaza, afirma que a ordem era matar primeiro e preocuparem-se depois. Os militares garantem que foram cometidas, contra civis, acções que poderiam ser classificadas de “crimes de guerra”, durante os confrontos com o Hamas. Um dos soldados diz que quando havia obstáculos ou problemas abriam fogo, não faziam perguntas. Mesmo que isso significasse disparar no escuro contra alvos não identificados. Noutro relato um soldado afirma que lhes era ensinado que em guerras urbanas, qualquer um é inimigo e que não há inocentes. A porta-voz do Exército israelita nega as acusações e afirma que o relatório não tem credibilidade pois é baseado em testemunhos anónimos e rumores generalizados que não foram investigados. Em relatório, a Amnistia Internacional acusa Israel e o Hamas de violarem leis humanitárias internacionais em Gaza e acusa o exército israelita de não ter diferenciado alvos militares e civis provocando a morte a cerca de 300 crianças e centenas de civis.