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Suécia defende regresso ao pacto de estabilidade

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Suécia defende regresso ao pacto de estabilidade

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Em época de crise, não é de estranhar que a presidência sueca faça do combate ao desemprego uma das suas prioridades. Fredrick Reinfeldt reafirmou-o, em Estrasburgo, perante os eurodeputados. E para sair da crise, avisou: é preciso regressar à disciplina orçamental, isto é, aos “paradigmas do Pacto de Estabilidade”.

No programa do semestre da presidência sueca, está, também a luta contra o aquecimento global. Uma luta que se pode ganhar: “Mais de metade das medidas necessárias para evitar ultrapassar os dois graus de aumento de temperatura, que fixámos como limite, podem ser alcançadas e adoptadas como base em tecnologia já existente. Além disso, temos visto que ao combatermos as mudanças climáticas, alcançamos um efeito positivo que estimula as próprias medidas. Quando consumimos menos energia, poupamos dinheiro e simultaneamente melhoramos as finanças públicas, criando mais recursos para as famílias.” A equipa dirigida por Fredrick Reinfeldt está empenhada em obter um consenso, entre os Vinte e Sete, antes das negociações da ONU, de Dezembro, em Copenhaga, para alcançar um tratado internacional que substitua o Protocolo de Quioto. O primeiro-ministro sueco insistiu ainda na necessidade da entrada em vigor do Tratado de Lisboa.