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Engenhocas do Royal College of Arts mostram o que valem

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Engenhocas do Royal College of Arts mostram o que valem

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Os pós-graduados em design do Royal College of Arts de Londres apresentaram os seus trabalhos de fim de curso. Dos têxteis à alta-tecnologia, de carros futuristas a electrodomésticos ultra-modernos, houve de tudo um pouco.

Como tomadas universais de design original ou um blusão para acompanhar o “jogging” que aproveita o movimento dos braços e das pernas para gerar electricidade e iluminar as lâmpadas.

Para Nick Reddall, estudante inventor do blusão, “aquelas pessoas que querem fazer exercício e preferem correr à noite podem usar o blusão para se manterem iluminadas e, assim, mais seguras.” O brasileiro Jorge Santos conseguiu criar um sistema que reproduz um feto através de informação gerada pelos ultra-sons. Uma inovação com potencial especialmente na área da prevenção de malformações pré-natais. Há invenções menos úteis mas igualmente inovadoras, como uma cadeira que reproduz as vibrações de uma descolagem da nave espacial russa Soyuz. Uma viagem espacial desde a sala de casa. Nelly Ben Hayoun, outra aluna, afirma: “Quando se está na cabine da uma nave Soyuz tem-se um ângulo de 20 graus, por isso quando olhamos para a cadeira vê-se que ela não está direita, pois está colocada no mesmo ângulo. Christopher está a experimentar a cadeira e vai passar pelas três fases da descolagem.” E quanto o calor aperta, uma carrinha carregada de água que simula chuva miudinha pode tornar-se na solução ideal. Um exemplo de como a tecnologia já está a mudar o clima.