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Medvedev reconhece que denúncias de Estemirova eram incómodas

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Medvedev reconhece que denúncias de Estemirova eram incómodas

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O presidente russo reconheceu hoje que a morte de Natalia Estemirova estará relacionada com a sua actividade de defensora dos direitos humanos na Chechénia.

Na primeira reacção pública ao assassínio, durante a cimeira germano-russa em Munique, Dmitry Medvedev prometeu um inquérito transparente e eficaz, lamentando que a situação possa voltar a lançar suspeitas sobre o Kremlin. Homenageando o trabalho de Natalia Estemirova como, “útil, necessário e normal”, Medvedev lembrou que a activista era alguém, “que revelava verdades por vezes chocantes, criticou alguns acontecimentos, e estava no seu papel, mesmo que as suas declarações fossem incómodas para o poder”, afirmou. A cimeira germano-russa de Munique foi dominada por outros temas como o reforço das relações económicas bilaterais. Medvedev e Merkel voltaram a reafirmar o apoio à aquisição da Opel por um consórcio canadiano-russo e a determinação em prosseguirem o projecto de construção do gasoduto Nord Stream entre os dois países.