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GM e Berlim discutem futuro da Opel

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GM e Berlim discutem futuro da Opel

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Depois da abertura de falência, a General Motors sofreu mais um golpe, com a apresentãção de vendas em queda de 22%, na primeira metade do ano.

Durante o primeiro semestre, o grupo vendeu, no mundo inteiro, 3,5 milhões de carros. Nem a subida das vendas na Ásia conseguiu compensar a queda a pique nos Estados Unidos. Vitimado pela crise económica, aquele que é ainda o maior grupo automóvel do mundo esteve, até ao dia 10, sob protecção da lei de falências, isto para poder reestruturar-se, à semelhança do que tinha já acontecido com a rival Chrysler. A GM tem um plano para adoptar uma estrutura muito mais leve, com a venda de várias marcas. A mais importante destas vendas é a da filial europeia Opel. O futuro da Opel está, neste momento, a ser discutido pelo grupo e pelo governo alemão. Das reuniões, espera-se algumas divergências, já que o governo de Berlim, tal como os governos dos lander onde a Opel tem fábricas, reafirmaram preferir a oferta do grupo canadiano Magna, enquanto a casa-mãe norte-americana prefere a do fundo belga RHJ, aliado ao banco russo Sberbank. Para trás ficaram as ofertas da China e da Fiat.