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Administração Obama quer reforçar cooperação com Pequim

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Administração Obama quer reforçar cooperação com Pequim

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Colaboração entre os Estados Unidos e a China no combate à crise económica, às alterações climáticas e à proliferação nuclear. Prioridades estabelecidas pela administração norte-americana no primeiro dia de reuniões entre altos responsáveis dos dois países, com o objectivo de definir a agenda bilateral.

Na abertura do encontro, em Washington, Barack Obama disse que as relações entre os Estados Unidos e a China vão moldar o século XXI. O presidente norte-americano sublinhou que “a crise actual deixou claro que as escolhas feitas dentro das fronteiras têm repercussões sobre toda a economia global”, razão pela qual é necessário comprometer-se “com uma forte coordenação bilateral e multilateral”. Enquanto o Secretário do Tesouro apelou à China para impulsionar o consumo interno e equilibrar a balança das trocas comerciais, Obama mencionou brevemente o respeito pelos direitos humanos. Um analista da Universidade de Harvard diz que existe “um maior realismo [da parte de Washington] no sentido de aceitar uma liberalização na China, sem alcançar uma completa democratização”. Obama defendeu que as duas potências – responsáveis por cerca de 40 por cento das emissões poluentes – devem coordenar uma resposta comum para a conferência sobre alterações climáticas de Dezembro em Copenhaga.