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Hiroshima apela à eliminação das armas atómicas até 2020

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Hiroshima apela à eliminação das armas atómicas até 2020

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Hiroshima apela à eliminação das armas atómicas até 2020.

O Japão assinala os 64 anos do primeiro ataque nuclear da história. Cinquenta mil pessoas participaram nas cerimónias na cidade mártir, entre elas numerosos sobreviventes da tragédia. O primeiro-ministro japonês Taro Aso defendeu o fim do armamento atómico: “O Japão foi o único país do mundo vítima da bomba atómica. Os sofrimentos de Hiroshima e Nagasaki não podem voltar a acontecer. Temos de trabalhar para abolir as armas nucleares e criar a paz mundial”. O presidente da Câmara de Hiroshima elogiou a posição de Barack Obama. Em Abril, o chefe de Estado norte-americano considerou que “o único país que usou a bomba atómica em combates” tem a “responsabilidade moral” de lutar para acabar com o armamento nuclear. A bomba matou 140 mil pessoas em Hiroshima. Centenas de milhares morreram nas décadas seguintes dos ferimentos ou de doenças. Três dias depois, os EUA lançaram a bomba de plutónio em Nagasaki que matou 80 mil pessoas, pondo fim à Segunda Guerra Mundial.