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ETA reivindica atentados de Junho e Julho

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ETA reivindica atentados de Junho e Julho

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A ETA reivindicou os quatro últimos atentados que afectaram Espanha. O mensageiro voltou a ser o jornal independentista basco Gara. No comunicado, publicado hoje, a organização terrorista considera inútil a luta das forças policiais e promete continuar a usar a via armada.

A ETA assume a autoria dos atentados de Junho e Julho, no qual morreram três pessoas. A lista começa com o atentado de 19 de Junho, em Arrigorriaga, no País Basco, no qual faleceu o inspector da polícia Eduardo Puelles. Um carro armadilhado seria também o método usado para matar os dois guardas civis, Carlos Saenz de Tejada e Diego Salva, a 30 de Julho, em Palma de Maiorca. A ETA fez ainda explodir bombas na sede do Partido Socialista de Durango, no País Basco, a 10 de Julho, e junto à caserna da Guardia Civil de Burgos, a 29 de Julho, no qual ficaram feridas cerca de seis dezenas de pessoas. As autoridades espanholas contra-atacam, impedindo todas as tentativas de manifestações dos independentistas. Ontem, em San Sebastian, foram detidas duas pessoas. Faziam parte de um grupo de mil, que tentou aproveitar a confusão do início das festas da cidade para realizar um protesto a favor da ETA. A justiça proibiu também a realização dos dois protestos marcados para este domingo.