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Mais 18 meses de prisão domiciliária para Aung San Suu Kyi


Myanmar

Mais 18 meses de prisão domiciliária para Aung San Suu Kyi

Aung San Suu Kyi vai permanecer detida em casa por mais um ano e meio. A líder da oposição birmanesa foi condenada, esta terça-feira, a 18 meses de prisão domiciliária depois de ter sido acusada de ter violado as regras de pena de prisão domiciliária a que estava sujeita desde 2003.

Segundo o tribunal, as condições da pena a que foi condenada há seis anos foram violadas quando Suu Kyi deixou entrar e pernoitar em casa, durante dois dias, um cidadão norte-americano que atravessou a nado o lago junto à residência da líder da oposição birmanesa. A sentença já foi muito criticada por vários líderes europeus. Londres apelou para que a comunidade internacional actue em relação a Rangum. Paris exige novas sanções de Bruxelas contra o regime birmanês. Frederik Reinfeldt, o primeiro-ministro da Suécia, país que assume a presidência rotativa da UE, afirmou que “a União Europeia condena a decisão inapropriada e vai agora estudar novas sanções contra os envolvidos na tomada de decisões.” Aung San Suu Kyi foi condenada por um tribunal especial, reunido no complexo penitenciário de Insein, a norte de Rangum tendo em seguida sido reconduzida para o seu domicílio. A condenação impede Suu Kyi de participar nas eleições birmanesas previstas para 2010.

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