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ASEAN junta-se à comunidade internacional nas críticas à prisão domiciliária de Aung San Suu Kyi

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ASEAN junta-se à comunidade internacional nas críticas à prisão domiciliária de Aung San Suu Kyi

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A Associação das Nações do Sudeste Asiático juntou-se às condenações da nova pena de prisão domiciliária atribuída à líder da oposição do Myanmar e prémio Nobel da Paz. Em Nova Deli, na Índia, grupos de activistas pediam hoje a libertação de Aung San Suu Kyi em frente à embaixada do Myanmar, fazendo eco das exigências da comunidade internacional.

O primo de Suu Kyi e líder do auto-proclamado governo no exílio diz que o objectivo da junta militar é “afastar” a líder da oposição das eleições previstas para 2010. Sein Win sublinha que não só a querem excluir, como também “muitos outros líderes políticos e étnicos”. Suu Kyi retomou a rotina da prisão domiciliária, depois de ter sido considerada culpada de violar a anterior pena, ao dar abrigo a um cidadão norte-americano, que se infiltrou na casa da prémio Nobel da Paz. Depois de bloquear uma condenação do Conselho de Segurança da ONU, a China apelou ao respeito da decisão do Myanmar, seu aliado.