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Ramadão começa ensombrado por crise económica e gripe A


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Ramadão começa ensombrado por crise económica e gripe A

Segurança, questões económicas e gripe A são alguns dos problemas que marcam este ano o Ramadão. O mês sagrado do Islão, dedicado ao jejum, começou hoje. Deveria ser um tempo para introspecção, caridade, paciência e autocontrolo, mas as preocupações são muitas. Por exemplo, nos territórios palestinianos o ambiente não é de festa, pois a população debate-se diariamente com o preço dos produtos e o desemprego.

Na cidade de Gaza sofre-se as consequências do bloqueio israelita que dura desde que o Hamas tomou o controlo do território. Um habitante queixa-se das dificuldades para preparar o Ramadão, pois os palestinianos vivem uma tragédia. Setenta por cento das pessoas não têm emprego e isso implica que 80 por cento da população viva na pobreza. Na Indonésia, o maior país muçulmano do Mundo, dominam as questões de segurança. As autoridades seguem com atenção as orações, para evitar que sirvam para recrutar membros para os grupos terroristas. Um cuidado especial após os atentados de Julho em Jacarta. Uma fiel começou o Ramadão com um desejo, que os “terroristas apreendam o que é o Islão, pois se soubessem não haveria terrorismo”. Noutros locais, o principal problema é a gripe A. O Irão, por exemplo, proibiu as viagens a Meca e Medina. A Arábia Saudita espera, por isso, uma baixa no número de peregrinos e, ao mesmo tempo no valor das receitas comerciais. Em Medina podem baixar cerca de 70 por cento.

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