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Relatos de irregularidades nas eleições afegãs preocupam UE

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Relatos de irregularidades nas eleições afegãs preocupam UE

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A União Europeia faz um balanço positivo das eleições no Afeganistão mas sublinha que o escrutínio não foi livre porque nalgumas regiões reina uma política de terror.

17 milhões de afegãos foram às urnas para eleger os conselheiros das províncias e o presidente. Mal terminou o escrutínio, os dois principais candidatos à chefia de Estado reivindicaram vitória. Hamid Karzai fez saber que a eleição foi ganha à primeira volta. Um prognóstico negado pelo principal opositor o antigo ministro dos negócios estrangeiros Abdullah Abdullah. As eleições afegãs são vistas com um teste para a estratégia norte-americana. Só este ano Washington enviou mais trinta mil soldados para o território. Barack Obama afirmou que “as eleições foram um passo importante, para que os afegãos possam tomar em mãos o próprio futuro, apesar da ameaça talibã”. A jornada eleitoral ficou marcada por alguns episódios de violência mas em quase todas as assembleias a votação decorreu normalmente. Mesmo assim, a União Europeia mostrou-se preocupada com os relatos de eventuais fraudes. Bruxelas apelou este sábado à comissão eleitoral independente para examinar qualquer irregularidade de forma “transparente, imparcial e rápida”.