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Morte de al-Hakim tem impacto negativo no processo político iraquiano

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Morte de al-Hakim tem impacto negativo no processo político iraquiano

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Já começou a ser transladado para o Iraque o corpo de Abdel Aziz al-Hakim e com ele todas as dúvidas sobre a liderança dos xiitas iraquianos.

O líder do mais poderoso grupo político xiita do Iraque, o CSII, foi vítima de um cancro de pulmão e morreu ontem num hospital de Teerão, a capital iraniana. O corpo de al-Hakim vai ser inumado em Najaf, a sul de Bagdade. Hammed al-Turaifee, membro do Conselho Supremo Islâmico do Iraque (CSII), refere que a morte do líder xiita “vai ter um impacto na situação política, porque era uma figura influente na arena política iraquiana. A sua morte vai afectar de forma negativa o processo político”, conclui. O líder do Conselho Supremo Islâmico do Iraque morreu dois dias após a criação de uma grande coligação xiita para as legislativas de Janeiro. Depois dos bons resultados conseguidos nas eleições regionais no início do ano, o partido do primeiro-ministro Nouri al-Maliki, também ele um xiita, decidiu não integrar esta coligação. Devido ao débil estado de saúde, al-Hakim escolheu o filho Ammar para a sua sucessão o que criou uma importante luta interna pelo poder.