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É caso para dizer: e a luz... foi-se!

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É caso para dizer: e a luz... foi-se!

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É a morte anunciada das lâmpadas incandescentes. Para substituí-las, estão aí as lâmpadas fluorescentes compactas, menos consumidoras de energia e fabricadas, sobretudo, na Ásia.

A partir desta terça-fera, 1 de Setembro, as lâmpadas de 100 watts serão retiradas do mercado. Em 2012, mais nenhuma lâmpada incadescente será comercializada. Mas as novas lâmpadas também têm desvantagens, alertam as Associações de Consumidores. “As lâmpadas económicas contêm mercúrio, e o mercúrio é perigoso para a saúde e para o ambiente. Por isso, pedimos que o nível de mercúrio autorizado seja cada vez mais reduzido. Actualmente, esse nível é ainda demasiado elevado. É preciso ter cuidado, avisar o consumidor dos potenciais riscos, caso parta uma lâmpada, por exemplo. E, sobretudo, é preciso instaurar, em toda a Europa, um sistema de reciclagem e de recolha das lâmpadas usadas”, afirma Monique Goyens, da federação europeia das associações de consumidores. As novas lâmpadas fluorescentes compactas, embora mais caras, consomem 80% menos de energia do que as incandescentes – mas não funcionam com reostatos, por exemplo. Para esses casos, existem as lâmpadas de halogénio com casquilho clássico, que permitem uma economia de 45% de energia.