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Gordon Brown defende a intervenção militar no Afeganistão

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Gordon Brown defende a intervenção militar no Afeganistão

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O crescente número de mortes de soldados britânicos nos teatros de guerra iraquianos e afegãos têm danificado a popularidade de Gordon Brown.

O primeiro-ministro britânico arrisca-se a não ser reconduzido no cargo devido à politica de guerra que o seu governo tem implementado. Gordon Brown defende a intervenção no Afeganistão e lança alguns recados. “Gostaria de recordar a todos que aquilo que estamos a fazer no Afeganistão faz parte de uma estratégia internacional. Devemos naturalmente desempenhar o nosso papel, mas os outros aliados devem também partilhar responsabilidades. Há 42 países envolvidos e todos devemos questionar se estão a fazer o suficiente porque o terrorismo não tem fronteiras”. O Reino Unido é a nação europeia com maior número de mortes registadas no Afeganistão. São já 212 os soldados que tombaram no conflito. A lista é encabeçada pelos Estados Unidos com um total de 812 baixas. O Governo de Londres tem recebido fortes críticas da oposição, dos meios de comunicação e de generais aposentados, que acusam o executivo de colocar em risco as vidas dos 9000 soldados britânicos no Afeganistão por não disponibilizar helicópteros e veículos blindados suficientes na luta contra os Talibãs.