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Ministros das Finanças do G20 mostram divisões em Londres

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Ministros das Finanças do G20 mostram divisões em Londres

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A reforma das instituições internacionais é apenas um dos grandes temas que estão a dividir os ministros das Finanças do G20 reunidos em Londres.

O futuro do Fundo Monetário Internacional está a dividir europeus, norte-americanos e países emergentes. Bruxelas quer suprimir a capacidade de bloqueio dos Estados Unidos na tomada de decisões do FMI. Brasil, Rússia, Índia e China pretendem uma participação maior no organismo, em detrimento das grandes potências industrializadas. Guido Mantega, Ministro das Finanças do Brasil: “Essas instituições não representam hoje a importância dos países emergentes no cenário mundial. E para que nós possamos ter uma participação mais activa nessas instituições, colocando mais recursos, é preciso que haja uma redistribuição das quotas de modo a que os países emergentes possam ter um peso semelhante ao dos países avançados.” Os ministros do G20 parecem de acordo na necessidade de manter os planos de relançamento económico durante um período em que a retoma ainda é frágil. Mas a França e a Alemanha opõem-se ao plano norte-americano para obrigar os bancos a manter maiores reservas monetárias. Os europeus querem também restricções duras às remunerações dos dirigentes bancários.