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Venda da Opel recebida com alívio por operários alemães


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Venda da Opel recebida com alívio por operários alemães

No dia seguinte à decisão de venda da maioria das acções da Opel ao grupo canadiano Magna, o clima na Alemanha é de optimismo entre os trabalhadores da construtora automóvel.

No entanto, apesar do acordo alcançado, as negociações vão continuar e assinatura definitiva só deverá ser feita dentro de semanas. “Nós na Eisenach temos uma boa impressão do conceito da Magna. Todos os outros nos queriam fechar”, afirmava um trabalhador. “Estamos aliviados mas nada é certo. Temos de ver o resultado das negociações”, declarou um outro funcionário. Também o ministro dos negócios estrangeiros Frank Walter Steinmeier acolheu a notícia com satisfação: “É um bom dia para a Opel, um bom dia para os trabalhadores da Opel. Desde o ano passado que os funcionários receavam a perda dos seus empregos e o que estava para vir. Por isso estou contente que tenha sido tomada uma decisão”. A Magna e os parceiros russos demonstraram intenção de injectar 500 milhões de euros na Opel. Mas pesar das reacções positivas em solo alemão, no resto da Europa continua de pé um plano que inclui o corte de 10.000 postos de trabalho. Se na Alemanha também estão previstos alguns despedimentos, há por agora a garantia de que nenhuma unidade fabril será desactivada. O mesmo não poderão dizer os trabalhadores belgas e britânicos uma vez que a ameaça de encerramento continua a pairar sobre algumas fábricas. O anúncio da compra da Opel pela Magna está longe de ser festejado, por exemplo, na fábrica da construtora em Antuérpia.

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