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Incerteza sobre futura coligação nas legislativas norueguesas


Noruega

Incerteza sobre futura coligação nas legislativas norueguesas

Todas as hipóteses estão em aberto sobre a configuração do próximo executivo norueguês.

As sondagens colocam lado a lado o executivo de Jens Stoltenberg e a oposição. A possibilidade da coligação governamental não renovar a maioria abriu as especulações sobre a repartição de forças entre os opositores. O primeiro-ministro apelou ao voto, dizendo que “o principal inimigo dos trabalhistas” é a abstenção. Segundo Stoltenberg não é a oposição que vai ser decisivo nas eleições, mas sim “aqueles que ficam em casa”. As legislativas são amanhã mas, por razões práticas, noruegueses de metade do país podem votar já a partir de hoje. A populista Siv Jensen tentou atrair as restantes formações para o círculo da principal força da oposição, mas as posições agressivas da líder do Partido do Progresso a respeito da imigração levaram democratas-cristãos e liberais a descartar uma coligação. No meio das divergências na oposição, Erna Solberg emergiu como alternativa. A líder dos conservadores não fechou, durante a campanha, nenhuma possibilidade de aliança com os restantes partidos. O actual executivo beneficia do facto de ter conduzido o país praticamente ileso através da crise financeira, recorrendo ao imenso fundo soberano alimentado sobretudo pela actividade petrolífera e avaliado em mais de 270 mil milhões de euros. Mas a história dita também que, desde que o país escandinavo começou em 1996 a arrecadar os lucros do petróleo num fundo público, nenhum Governo conseguiu ser reconduzido.

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