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Italianos favoráveis à retirada de tropas do Afeganistão

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Italianos favoráveis à retirada de tropas do Afeganistão

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Oito anos depois da invasão, a maior parte dos italianos mostra-se desfavorável à continuação da presença militar italiana no Afeganistão.

A morte de seis soldados transalpinos num atentado em Cabul no início da semana foi a gota de água. Esta manhã, e depois de uma reunião do Conselho de Ministros, o primeiro-ministro afirmou que “vai ter de ser planeda uma estratégia de transição e preparado um plano para, em simultâneao, se aumentar a habilidade do Executivo do presidente Karzai em controlar a questão de segurança no país.Tudo enquanto a Itália reduz o número de tropas no terreno.” Tal como ocorre com a população britânica ou alemã, os italianos começam a encarar a situação como uma “operação de guerra” e não uma manutenção da paz. Até ao atentado de terça-feira, o debate em torno da presença italiana no Afeganistão era inconsequente. Mas a morte dos soldados, parte de um grupo de mais de três mil estacionados no terreno, mudou tudo. Berlusconi coloca a possibilidade de uma redução dos seus homens, mas não de forma unilateral.