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Fim do alerta a tsunami no Pacífico

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Fim do alerta a tsunami no Pacífico

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Pouco depois do sismo ao largo das ilhas Samoa todo o Pacífico estava em alerta. O aviso durou algumas horas.

Mas nos minutos que se seguiram ao sismo e ao alerta, na Nova Zelândia, a população correu a refugiar-se em lugares altos. Na memória está ainda a tragédia vivida na Ásia, em 2004, quando um tsunami matou 230 mil pessoas. O aviso foi lançado pelo centro do Pacífico mas foi ineficaz no arquipélago das Samoa e nas ilhas Tonga, mais próximas do epicentro dos sismo. Ali as ondas atingiram cerca de um dezena de metros de altura e a água avançou mais de quilómetro e meio para o interior da terra. Susan Hough, do Instituto americano de vigilância sísmica na Califórnia, relativiza a eficácia do alerta, pois “o problema é que, quando a costa está perto do sismo, não há tempo suficiente para analisar os dados e lançar um alerta que seja eficaz”. Na costa leste do Japão, a reacção ao alerta não tardou. A população mostrou que está preparada. As escolas e empresas próximas da costa foram evacuadas. Trinta minutos após o lançamento do alerta, as autoridades fechavam as barreiras de protecção contra o tsunami que tinha começado a milhares de quilómetros de distância.