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O elo que faltava na evolução das espécies

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O elo que faltava na evolução das espécies

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Foi revelado o fóssil de uma fêmea batizada “Ardi” que é o esqueleto mais antigo conhecido do ramo humano da família dos primatas.

O professor Withe da Universidade da Califórnia explica: “Podemos vê-lo como uma criatura primitiva que comporta já caracteristicas especiais que não fazem parte de nenhum dos ramos conhecidos”. A descoberta efectuada nos anos 90, na Etiópia, esclarece uma nova etapa da evolução do homem e que o aproxima do ancestral comum entre humanos e macacos, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista Science. O resgate entre 1992 e 1994 deste esqueleto fossilizado revela características biológicas até então desconhecidas do primeiro elo na evolução do homem desde suas origens. O estudo de Ardi permitiu uma nova compreensão da maneira pela qual os hominídeos podem todos descender de um ancestral comum.